Eu
Que jazi no pântano dos sonhos
Mantenho-me encarcerado neste invólucro
de carne
Imerso no tempestuoso palco dos horrores
Emoções perdidas
Digladiando-se em emaranhadas “dístopes” cadeias
“Cavalgantes”
dos
cavaleiros do ego
Se perdem guiados pelos faunos
Distraindo-se em suas teias
Garoto quatro
Recorrente em vários dos amores
Único e perfeito em qualquer dos
horizontes
Jazido, no pântano dos sonhos
Sem câmera ou ação.
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