“Sabe
aquele momento inesperado, que você começa ler alguma coisa escrita por alguém
que você admira e ao longo desse processo, entre pontos em que você concorda e
pontos em que você discorda, você acaba percebendo que qualquer ressalva vai
fazer com que a beleza do que foi exposto perca sua originalidade. Mesmo com um
chamado a opinar, minha posição com
relação a isso não poderia ser diferente. Não concordo com tudo, como já disse,
mas refletir sobre o que está escrito aqui, sem preconceito e sem julgamento,
só vai fazer com que você dê mais um passo, um importante passo na direção do
aperfeiçoamento pessoal. Essa é a minha humilde dica, e a seguir, minha singela
homenagem a um amigo, as próprias palavras:”
É impressionante como a falta de informação pode fazer de
um indivíduo um um objeto facilmente movido, tal como uma folha seca arrastada
pelo vento. As pessoas, corriqueiramente, dizem o que o outro diz, sem levar em
conta a veracidade da informação que está defendendo ou abordando. Como poderá
uma pessoa ironizar ou ridicularizar uma outra pessoa ou situação, se a mesma
não obteve o conhecimento da realidade dos fatos.
Daí parte a minha singela opinião de que existem seres dotados de nenhuma inteligência aparente e opinião própria, indivíduos apegados a meros estereótipos, sujeitos desprovidos totalmente de qualquer vestígio de originalidade. Coisas que eu aprendi a não gostar, definitivamente, ardentemente. Há também uma pré-disposição ao ataque as idéias que possivelmente serão desaprovadas pelas maiorias, ou aprovadas pelas minorias. Eu diria que os fracos se imaginam fortes quando acompanhados por uma multidão de fracassados.
Fracos. Não por acaso. Mas por não terem as suas metodologias baseadas nos seus princípios, entretanto, baseadas em comportamentos alheios; comportamentos esses que, em grandes proporções mostram-se um tanto quanto medíocres. É necessário salientar que, isso também é transitório, pois, é bem verdade que conhecemos o outro lado da moeda, onde as minorias são também favorecidas, merecidamente ou não.
Não sou a favor de títulos. Pra mim maneiras intrínsecas, ou seja, essenciais de pensamento e auto-crítica são extremamente válidas, relevantes. Sabiamente inerentes.
Daí parte a minha singela opinião de que existem seres dotados de nenhuma inteligência aparente e opinião própria, indivíduos apegados a meros estereótipos, sujeitos desprovidos totalmente de qualquer vestígio de originalidade. Coisas que eu aprendi a não gostar, definitivamente, ardentemente. Há também uma pré-disposição ao ataque as idéias que possivelmente serão desaprovadas pelas maiorias, ou aprovadas pelas minorias. Eu diria que os fracos se imaginam fortes quando acompanhados por uma multidão de fracassados.
Fracos. Não por acaso. Mas por não terem as suas metodologias baseadas nos seus princípios, entretanto, baseadas em comportamentos alheios; comportamentos esses que, em grandes proporções mostram-se um tanto quanto medíocres. É necessário salientar que, isso também é transitório, pois, é bem verdade que conhecemos o outro lado da moeda, onde as minorias são também favorecidas, merecidamente ou não.
Não sou a favor de títulos. Pra mim maneiras intrínsecas, ou seja, essenciais de pensamento e auto-crítica são extremamente válidas, relevantes. Sabiamente inerentes.
Lucas Alves Soledade
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